O que Acontece no cérebro? 

A Doença de Alzheimer (também conhecida como Mal de Alzheimer) resulta de múltiplos processos biológicos, que evoluem ao longo de anos e forma:

Placas beta-amiloides

São depósitos proteicos anormais que se acumulam nos espaços entre os neurônios, interferindo na comunicação entre as células cerebrais.

Emaranhados neurofibrilares de proteína tau

Dentro dos neurônios, a proteína tau — que deveria estabilizar estruturas celulares — sofre alterações químicas e se agrupa, impedindo o transporte de nutrientes.

Neuroinflamação crônica

O sistema imune do cérebro (microglia) torna-se hiperativo, liberando substâncias inflamatórias que aceleram a morte neuronal.

Atrofia cerebral

 

Conforme neurônios morrem, algumas regiões diminuem de tamanho. O hipocampo, essencial para formação de novas memórias, é uma das primeiras regiões afetadas.

 

Fatores de risco

Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolver Alzheimer. Nem todos podem ser modificados, mas conhecer estes elementos ajuda na prevenção.

Inclusive, mesmo após o diagnóstico positivo para Alzheimer, prevenir e combater os fatores de risco, ajuda a melhora na qualidade de vida do paciente.

 

Fatores NÃO modificáveis

 

 

Fatores modificáveis

 

Sintomas iniciais

 

Exemplo cotidiano:

O paciente começa a esquecer onde colocou a carteira e acredita que alguém a pegou, tornando-se desconfiado. Esse comportamento não é proposital, mas resultado das alterações cognitivas que dificultam a formação e recuperação de memórias recentes.

 

OBSERVAÇÃO: Todo e qualquer esquecimento, não pode ser visto como tendo relação com a doença de Alzheimer. Outros fatores devem ser observado

ALZHEIMER: Aprender para Compreender

A Doença de Alzheimer (DA) é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva que afeta áreas do cérebro responsáveis pela memória, linguagem, julgamento, comportamento e autonomia. Para famílias, compreender o que acontece no organismo ajuda a lidar melhor com cada fase.

 

O que Acontece no cérebro? 

A Doença de Alzheimer (também conhecida como Mal de Alzheimer) resulta de múltiplos processos biológicos, que evoluem ao longo de anos e forma:

Placas beta-amiloides

São depósitos proteicos anormais que se acumulam nos espaços entre os neurônios, interferindo na comunicação entre as células cerebrais.

Emaranhados neurofibrilares de proteína tau

Dentro dos neurônios, a proteína tau — que deveria estabilizar estruturas celulares — sofre alterações químicas e se agrupa, impedindo o transporte de nutrientes.

Neuroinflamação crônica

O sistema imune do cérebro (microglia) torna-se hiperativo, liberando substâncias inflamatórias que aceleram a morte neuronal.

Atrofia cerebral

 

Conforme neurônios morrem, algumas regiões diminuem de tamanho. O hipocampo, essencial para formação de novas memórias, é uma das primeiras regiões afetadas.

 

Fatores de risco

Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolver Alzheimer. Nem todos podem ser modificados, mas conhecer estes elementos ajuda na prevenção.

Inclusive, mesmo após o diagnóstico positivo para Alzheimer, prevenir e combater os fatores de risco, ajuda a melhora na qualidade de vida do paciente.

 

Fatores NÃO modificáveis

 

 

Fatores modificáveis

 

Sintomas iniciais

 

Exemplo cotidiano:

O paciente começa a esquecer onde colocou a carteira e acredita que alguém a pegou, tornando-se desconfiado. Esse comportamento não é proposital, mas resultado das alterações cognitivas que dificultam a formação e recuperação de memórias recentes.

 

OBSERVAÇÃO: Todo e qualquer esquecimento, não pode ser visto como tendo relação com a doença de Alzheimer. Outros fatores devem ser observado

 

ALZHEIMER: Aprender para Compreender

A Doença de Alzheimer (DA) é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva que afeta áreas do cérebro responsáveis pela memória, linguagem, julgamento, comportamento e autonomia. Para famílias, compreender o que acontece no organismo ajuda a lidar melhor com cada fase.

 

O que Acontece no cérebro? 

A Doença de Alzheimer (também conhecida como Mal de Alzheimer) resulta de múltiplos processos biológicos, que evoluem ao longo de anos e forma:

Placas beta-amiloides

São depósitos proteicos anormais que se acumulam nos espaços entre os neurônios, interferindo na comunicação entre as células cerebrais.

Emaranhados neurofibrilares de proteína tau

Dentro dos neurônios, a proteína tau — que deveria estabilizar estruturas celulares — sofre alterações químicas e se agrupa, impedindo o transporte de nutrientes.

Neuroinflamação crônica

O sistema imune do cérebro (microglia) torna-se hiperativo, liberando substâncias inflamatórias que aceleram a morte neuronal.

Atrofia cerebral

 

Conforme neurônios morrem, algumas regiões diminuem de tamanho. O hipocampo, essencial para formação de novas memórias, é uma das primeiras regiões afetadas.

 

Fatores de risco

Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolver Alzheimer. Nem todos podem ser modificados, mas conhecer estes elementos ajuda na prevenção.

Inclusive, mesmo após o diagnóstico positivo para Alzheimer, prevenir e combater os fatores de risco, ajuda a melhora na qualidade de vida do paciente.

 

Fatores NÃO modificáveis

  • Idade: risco aumenta significativamente após os 65 anos.
  • Genética: presença do gene APOE4 aumenta a probabilidade.
  • História familiar: parentes de primeiro grau elevam o risco.

 

 

Fatores modificáveis

  • Doenças cardiovasculares (hipertensão, diabetes, colesterol alto)
  • Sedentarismo
  • Dietas pobres em vegetais e ricas em produtos industrializados
  • Tabagismo
  • Isolamento social

 

Sintomas iniciais

  • Esquecimento recente: dificuldade para lembrar conversas do mesmo dia.
  • Repetição de perguntas: especialmente sobre horários e compromissos.
  • Desorientação temporal: confusão sobre datas ou partes do dia.
  • Dificuldade de nomear objetos: “Me passa… aquilo ali… o negócio!”
  • Guarda inadequada de objetos: carteira na geladeira, chaves no armário.

 

Exemplo cotidiano:

O paciente começa a esquecer onde colocou a carteira e acredita que alguém a pegou, tornando-se desconfiado. Esse comportamento não é proposital, mas resultado das alterações cognitivas que dificultam a formação e recuperação de memórias recentes.

 

OBSERVAÇÃO: Todo e qualquer esquecimento, não pode ser visto como tendo relação com a doença de Alzheimer. Outros fatores devem ser observado