A Doença de Alzheimer (também conhecida como Mal de Alzheimer) resulta de múltiplos processos biológicos, que evoluem ao longo de anos e forma:
São depósitos proteicos anormais que se acumulam nos espaços entre os neurônios, interferindo na comunicação entre as células cerebrais.
Dentro dos neurônios, a proteína tau — que deveria estabilizar estruturas celulares — sofre alterações químicas e se agrupa, impedindo o transporte de nutrientes.
O sistema imune do cérebro (microglia) torna-se hiperativo, liberando substâncias inflamatórias que aceleram a morte neuronal.
Conforme neurônios morrem, algumas regiões diminuem de tamanho. O hipocampo, essencial para formação de novas memórias, é uma das primeiras regiões afetadas.
Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolver Alzheimer. Nem todos podem ser modificados, mas conhecer estes elementos ajuda na prevenção.
Inclusive, mesmo após o diagnóstico positivo para Alzheimer, prevenir e combater os fatores de risco, ajuda a melhora na qualidade de vida do paciente.
O paciente começa a esquecer onde colocou a carteira e acredita que alguém a pegou, tornando-se desconfiado. Esse comportamento não é proposital, mas resultado das alterações cognitivas que dificultam a formação e recuperação de memórias recentes.
OBSERVAÇÃO: Todo e qualquer esquecimento, não pode ser visto como tendo relação com a doença de Alzheimer. Outros fatores devem ser observado
A Doença de Alzheimer (DA) é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva que afeta áreas do cérebro responsáveis pela memória, linguagem, julgamento, comportamento e autonomia. Para famílias, compreender o que acontece no organismo ajuda a lidar melhor com cada fase.
A Doença de Alzheimer (também conhecida como Mal de Alzheimer) resulta de múltiplos processos biológicos, que evoluem ao longo de anos e forma:
São depósitos proteicos anormais que se acumulam nos espaços entre os neurônios, interferindo na comunicação entre as células cerebrais.
Dentro dos neurônios, a proteína tau — que deveria estabilizar estruturas celulares — sofre alterações químicas e se agrupa, impedindo o transporte de nutrientes.
O sistema imune do cérebro (microglia) torna-se hiperativo, liberando substâncias inflamatórias que aceleram a morte neuronal.
Conforme neurônios morrem, algumas regiões diminuem de tamanho. O hipocampo, essencial para formação de novas memórias, é uma das primeiras regiões afetadas.
Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolver Alzheimer. Nem todos podem ser modificados, mas conhecer estes elementos ajuda na prevenção.
Inclusive, mesmo após o diagnóstico positivo para Alzheimer, prevenir e combater os fatores de risco, ajuda a melhora na qualidade de vida do paciente.
O paciente começa a esquecer onde colocou a carteira e acredita que alguém a pegou, tornando-se desconfiado. Esse comportamento não é proposital, mas resultado das alterações cognitivas que dificultam a formação e recuperação de memórias recentes.
OBSERVAÇÃO: Todo e qualquer esquecimento, não pode ser visto como tendo relação com a doença de Alzheimer. Outros fatores devem ser observado